sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Tudo o que você queria saber sobre monitoramento mas tinha medo de perguntar

Diariamente eu respondo vários emails de pessoas buscam os caminhos para trabalhar com monitoramento e métricas sociais. Em comum todos, em algum momento, me perguntam qual o melhor curso para apreender e conseguir uma boa colocação no mercado.  As respostas são sempre estudar, ser heavy user de redes sociais e buscar conhecer o máximo possível da área.

As empresas também não ficam atrás e sempre surge algum empresário querendo desenvolver a área na empresa e ou agência. As perguntas básicas são sempre as mesmas: se eu "comprei" uma ferramenta porque vou precisar pagar caro para um pessoa mexer? Por quê não posso usar um estagiário ou passar a função para outro funcionário?

Por causa de perguntas como essa listei as repostas para as principais dúvidas sobre a área de monitoramento e métricas sociais. Lógico, a área e grande e poderia ser escrito um livro somente para explicar cada parte do trabalho, mas acredito que assim posso ajudar a desmitificar as dúvidas mais comuns.



- Monitoramento e métricas não são áreas diferentes, pelo contrário são fases complementares do mesmo serviço. No monitoramento o profissional faz a classificação de menções e utiliza as métricas sociais para identificar as várias nuances de impacto das menções na marca/produto/ação/campanha/serviço/entre outros. Por esse motivo várias empresas e/ou agências já utilizam como nomenclatura: Analista de BI, Analista de Métricas, Analista de Inteligencia Social, Analista de Métricas Sociais;

- Um estagiário não pode assumir a área de métricas sociais, da mesma forma que um analista de mídias sociais não deveria ter que produzir conteúdo, fazer planejamento de redes e no final do dia entregar um relatório de monitoramento do cliente;

- Você não vai virar um profissional de métricas ou monitoramento em apenas um curso, por mais caro que ele seja, você vai precisar de no mínimo dois anos para começar a entender todos os detalhes e nuances da área;

- Monitoramento não é classificação de sentimentos. Quem faz análise de sentimentos é o psicólogo. Profissionais fazem análise de menções e classificam a percepção do público online;

- A classificação de menções não é subjetiva. Existem teorias que respaldam a classificação da percepção do público, que torna o trabalho a classificação objetiva e profissional;

- Se você não domina e não tem interesse em conhecer o excel, se você considera matemática coisa de louco e vê um gráfico e observa somente se ele é "bonitinho", talvez seja a hora de pensar em uma nova carreira como produtor de conteúdo;

- Não existe uma ferramenta melhor ou pior. Atualmente, todas oferecem o mesmo tipo de serviço de capturar e possibilitar a classificação. O diferencial está em algumas funcionalidades e preços. O ideal e testar no mínimo três e definir qual se adapta as necessidades da empresa;

- A principal métrica das redes sociais é entender/conhecer o público. Essa percepção deve ser acompanhada da descoberta de como e a movimentação, associação, afiliação das pessoas com as redes;

- Não acredite em todas as pesquisas sem antes entender a metologia e público consultado. A maior parte destes levantamentos são generalistas e não avaliam como é a dispersão dos nichos dentro das redes.

Tudo o que você queria saber sobre monitoramento mas tinha medo de perguntar

Diariamente eu respondo vários emails de pessoas buscam os caminhos para trabalhar com monitoramento e métricas sociais. Em comum todos, em algum momento, me perguntam qual o melhor curso para apreender e conseguir uma boa colocação no mercado.  As respostas são sempre estudar, ser heavy user de redes sociais e buscar conhecer o máximo possível da área.

As empresas também não ficam atrás e sempre surge algum empresário querendo desenvolver a área na empresa e ou agência. As perguntas básicas são sempre as mesmas: se eu "comprei" uma ferramenta porque vou precisar pagar caro para um pessoa mexer? Por quê não posso usar um estagiário ou passar a função para outro funcionário?

Por causa de perguntas como essa listei as repostas para as principais dúvidas sobre a área de monitoramento e métricas sociais. Lógico, a área e grande e poderia ser escrito um livro somente para explicar cada parte do trabalho, mas acredito que assim posso ajudar a desmitificar as dúvidas mais comuns.



- Monitoramento e métricas não são áreas diferentes, pelo contrário são fases complementares do mesmo serviço. No monitoramento o profissional faz a classificação de menções e utiliza as métricas sociais para identificar as várias nuances de impacto das menções na marca/produto/ação/campanha/serviço/entre outros. Por esse motivo várias empresas e/ou agências já utilizam como nomenclatura: Analista de BI, Analista de Métricas, Analista de Inteligencia Social, Analista de Métricas Sociais;

- Um estagiário não pode assumir a área de métricas sociais, da mesma forma que um analista de mídias sociais não deveria ter que produzir conteúdo, fazer planejamento de redes e no final do dia entregar um relatório de monitoramento do cliente;

- Você não vai virar um profissional de métricas ou monitoramento em apenas um curso, por mais caro que ele seja, você vai precisar de no mínimo dois anos para começar a entender todos os detalhes e nuances da área;

- Monitoramento não é classificação de sentimentos. Quem faz análise de sentimentos é o psicólogo. Profissionais fazem análise de menções e classificam a percepção do público online;

- A classificação de menções não é subjetiva. Existem teorias que respaldam a classificação da percepção do público, que torna o trabalho a classificação objetiva e profissional;

- Se você não domina e não tem interesse em conhecer o excel, se você considera matemática coisa de louco e vê um gráfico e observa somente se ele é "bonitinho", talvez seja a hora de pensar em uma nova carreira como produtor de conteúdo;

- Não existe uma ferramenta melhor ou pior. Atualmente, todas oferecem o mesmo tipo de serviço de capturar e possibilitar a classificação. O diferencial está em algumas funcionalidades e preços. O ideal e testar no mínimo três e definir qual se adapta as necessidades da empresa;

- A principal métrica das redes sociais é entender/conhecer o público. Essa percepção deve ser acompanhada da descoberta de como e a movimentação, associação, afiliação das pessoas com as redes;

- Não acredite em todas as pesquisas sem antes entender a metologia e público consultado. A maior parte destes levantamentos são generalistas e não avaliam como é a dispersão dos nichos dentro das redes.

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