sábado, 19 de março de 2011

O duelo das divas trash

Stefhany, ex-diva trash das redes sociais, voltou repaginada, sem aparelho e com um novo vídeo mais bizarro que os habituais. A pseudo cantora, agora com endereço fixo em São Paulo, aproveitou esse período sabático de esquecimento para tentar se reinventar e voltar como uma grande estrela.
Infelizmente, o vídeo de qualidade duvidosa, longo, com uma história cansativa e sem apelo, mostram que identidade também é um dos pré-requisitos que a maioria dos aspirantes ao estrelato esquece.


Seguindo os mesmos passos de Jennifer Grey, que depois da malsucedida rinoplastia caiu no ostracismo e viu os holofotes do showbizz se apagar, Stefanny não fez a transição de menina brejeira, para cafona brega junto com o público. Simplesmente sumiu e tentou uma volta para o espaço que já havia sido ocupado por tantas meninas e meninos brejeiros/trash.

Duelo de "Divas". Rebecca Black atingiu o público brasileiro no mesmo dia do lançamento do novo clip de Stefanny, embora ela já esteja rodando nos principais sites de música desde o início do ano. Em comum as duas compartilham algumas características como: canções de gosto duvidoso, investir em assessores de imagem errados, mau gosto estético e musical.


Black buscou seguir a mesma fórmula de sucesso de Justin Bier: contratar uma agência para fazer um vídeo, distribuir nas redes sociais, acreditar que algum produtor vai perceber o "talento" e investir para transformar o diamante bruto em uma pedra preciosa.

Ainda agenciada pela gravadora Ark Music Factory, fabricante de "artistas promissores", Black divide opiniões de artistas, especialistas e críticos do cenário musical. Entretanto, pela linha de construção de novos olimpianos Black vai ser uma artista de estações, que surge em alguns momentos para novamente cair no esquecimento, sem nunca conseguir se firmar no mercado como cantora.

O duelo das divas trash

Stefhany, ex-diva trash das redes sociais, voltou repaginada, sem aparelho e com um novo vídeo mais bizarro que os habituais. A pseudo cantora, agora com endereço fixo em São Paulo, aproveitou esse período sabático de esquecimento para tentar se reinventar e voltar como uma grande estrela.
Infelizmente, o vídeo de qualidade duvidosa, longo, com uma história cansativa e sem apelo, mostram que identidade também é um dos pré-requisitos que a maioria dos aspirantes ao estrelato esquece.


Seguindo os mesmos passos de Jennifer Grey, que depois da malsucedida rinoplastia caiu no ostracismo e viu os holofotes do showbizz se apagar, Stefanny não fez a transição de menina brejeira, para cafona brega junto com o público. Simplesmente sumiu e tentou uma volta para o espaço que já havia sido ocupado por tantas meninas e meninos brejeiros/trash.

Duelo de "Divas". Rebecca Black atingiu o público brasileiro no mesmo dia do lançamento do novo clip de Stefanny, embora ela já esteja rodando nos principais sites de música desde o início do ano. Em comum as duas compartilham algumas características como: canções de gosto duvidoso, investir em assessores de imagem errados, mau gosto estético e musical.


Black buscou seguir a mesma fórmula de sucesso de Justin Bier: contratar uma agência para fazer um vídeo, distribuir nas redes sociais, acreditar que algum produtor vai perceber o "talento" e investir para transformar o diamante bruto em uma pedra preciosa.

Ainda agenciada pela gravadora Ark Music Factory, fabricante de "artistas promissores", Black divide opiniões de artistas, especialistas e críticos do cenário musical. Entretanto, pela linha de construção de novos olimpianos Black vai ser uma artista de estações, que surge em alguns momentos para novamente cair no esquecimento, sem nunca conseguir se firmar no mercado como cantora.

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