terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Desorganização marca o primeiro dia do Campus Party

Na quarta edição do Campus Party os portões foram abertos com um gostinho de "já vi isso nos anos anteriores". Filas, desinformação, estrutura inacabada para receber os 6.800 participantes, visitantes e imprensa deram o tom do que vai ser o evento.

O evento que já ganhou o prêmio de filas quilométricas e pouco atendimento mostrou para o público que ainda pode inovar mais e piorar a vida dos campuseiros. Os portões foram abertos pouco depois das 12h, do dia 17, com uma fila que contava por alto, mais de mil pessoas.

No final, a principal lembrança do público serão as filas, que ganharam places e foi o principal assunto do primeiro dia. No Campus Party a falta de organização e planejamento permitem que se tenham filas desde a entrada, passando pela de alimentação, banheiro, telefones (sim existem orelhões), pegar brindes, testar produtos e finalmente para sair.

Voltando para a primeira fila, ela é a pior. Primeiro por não ter informação correta de onde começa, como está sendo organizada e qual a serventia. Quando o pobre cidadão chega para pegar a credencial descobre que oficialmente tem que enfrentar a fila para cadastrar os equipamentos, que deveria ser feito no mesmo guichê e depois para pegar a barraca (onde um colombiano que não fala nada de português não consegue resolver problema algum e sempre espera a boa vontade de alguém traduzir o que ele fala).

Finalmente, o galpão. A expectativa que tudo vai melhorar. Infelizmente, era só uma pegadinha de mau gosto. O suplício que tem duração de seis dias apenas começou. Os campuseiros durante o período vão tentar se desdobrar em uma programação confusa, onde os convidados são jogados na medida da disponibilidade, brindados com preços exorbitantes (uma garrafa de água é comercializada a R$ 4,00) e serviços de péssima qualidade.

Assim, quem ainda pensa que tudo é feito de boa vontade com o objetivo de promover a integração de diversos públicos apaixonados pela internet e com muita luta para fechar parcerias tem que ter em mente que alguns dos patrocinadores do evento são Banco do Brasil, Telefonica, Caixa Econômica, Governo Federal, entre outros. Além de cada participante pagar uma taxa de R$ 150,00.

Enfim, o Campus Party tem falhas graves, que se repetem e pioram a cada ano e, infelizmente, a organização não demonstra nenhum interesse em sanar esses gargalos.

Desorganização marca o primeiro dia do Campus Party

Na quarta edição do Campus Party os portões foram abertos com um gostinho de "já vi isso nos anos anteriores". Filas, desinformação, estrutura inacabada para receber os 6.800 participantes, visitantes e imprensa deram o tom do que vai ser o evento.

O evento que já ganhou o prêmio de filas quilométricas e pouco atendimento mostrou para o público que ainda pode inovar mais e piorar a vida dos campuseiros. Os portões foram abertos pouco depois das 12h, do dia 17, com uma fila que contava por alto, mais de mil pessoas.

No final, a principal lembrança do público serão as filas, que ganharam places e foi o principal assunto do primeiro dia. No Campus Party a falta de organização e planejamento permitem que se tenham filas desde a entrada, passando pela de alimentação, banheiro, telefones (sim existem orelhões), pegar brindes, testar produtos e finalmente para sair.

Voltando para a primeira fila, ela é a pior. Primeiro por não ter informação correta de onde começa, como está sendo organizada e qual a serventia. Quando o pobre cidadão chega para pegar a credencial descobre que oficialmente tem que enfrentar a fila para cadastrar os equipamentos, que deveria ser feito no mesmo guichê e depois para pegar a barraca (onde um colombiano que não fala nada de português não consegue resolver problema algum e sempre espera a boa vontade de alguém traduzir o que ele fala).

Finalmente, o galpão. A expectativa que tudo vai melhorar. Infelizmente, era só uma pegadinha de mau gosto. O suplício que tem duração de seis dias apenas começou. Os campuseiros durante o período vão tentar se desdobrar em uma programação confusa, onde os convidados são jogados na medida da disponibilidade, brindados com preços exorbitantes (uma garrafa de água é comercializada a R$ 4,00) e serviços de péssima qualidade.

Assim, quem ainda pensa que tudo é feito de boa vontade com o objetivo de promover a integração de diversos públicos apaixonados pela internet e com muita luta para fechar parcerias tem que ter em mente que alguns dos patrocinadores do evento são Banco do Brasil, Telefonica, Caixa Econômica, Governo Federal, entre outros. Além de cada participante pagar uma taxa de R$ 150,00.

Enfim, o Campus Party tem falhas graves, que se repetem e pioram a cada ano e, infelizmente, a organização não demonstra nenhum interesse em sanar esses gargalos.

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