domingo, 29 de março de 2009

T-Mobile Dance em versão brasileira

Em plena  estação de metrô de Liverpool, em Londres, 400 bailarinos começam a dançar, ocupando toda a estação. O tema da campanha é “life’s for sharing” (a vida é para ser compartilhada).

A ação, que virou um comercial, de quase três minutos, para a operadora T-Mobile teve como objetivo explorar a reação das pessoas a um flashmob. Toda a performance foi capturada por câmeras escondidas.



Agora sendo mórbido. Vamos imaginar a mesma ação na hora do rush em plena Central do Brasil. Dona Maria, que está atrasada para a faxina tem o seu trajeto interrompido, por um bando de "desocupados" agindo como loucos na estação.

A primeira reação da pobre senhora, que deixou os filhos dormindo e não pode perder o dia tentando imaginar o que está causando tudo aquilo, vê como única alternativa abrir caminho no meio daquele povo que deve estar tudo "drogado".

A senhora temente a Deus e com a agilidade de uma esgrimista desfere bolsadas e vai derrubando dançarinos por onde passa. Enquanto avança no meio dos bailarinos pensa: "prefiro ter um filho ateu a ver ele se contorcendo no meio da estação e atrapalhando a vida de pessoas de bem por uns trocados. Aposto que vão gastar todo o dinheiro com drogas!".

T-Mobile Dance em versão brasileira

Em plena  estação de metrô de Liverpool, em Londres, 400 bailarinos começam a dançar, ocupando toda a estação. O tema da campanha é “life’s for sharing” (a vida é para ser compartilhada).

A ação, que virou um comercial, de quase três minutos, para a operadora T-Mobile teve como objetivo explorar a reação das pessoas a um flashmob. Toda a performance foi capturada por câmeras escondidas.



Agora sendo mórbido. Vamos imaginar a mesma ação na hora do rush em plena Central do Brasil. Dona Maria, que está atrasada para a faxina tem o seu trajeto interrompido, por um bando de "desocupados" agindo como loucos na estação.

A primeira reação da pobre senhora, que deixou os filhos dormindo e não pode perder o dia tentando imaginar o que está causando tudo aquilo, vê como única alternativa abrir caminho no meio daquele povo que deve estar tudo "drogado".

A senhora temente a Deus e com a agilidade de uma esgrimista desfere bolsadas e vai derrubando dançarinos por onde passa. Enquanto avança no meio dos bailarinos pensa: "prefiro ter um filho ateu a ver ele se contorcendo no meio da estação e atrapalhando a vida de pessoas de bem por uns trocados. Aposto que vão gastar todo o dinheiro com drogas!".

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