quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Carnaval: Festa de todos os generos


Carnaval no Rio de Janeiro. Festa do povo, popular, onde ricos e pobres brincam e se divertem lado a lado. A época do ano em que homens e mulheres exteriorizam todos os seus desejos, período em que a cidade ganha um cheiro peculiar, que vai muito além do simples aroma de banheiro público misturado a creolina, nesta época, O Rio, principalmente na região da Zona Sul e Centro, ganha um leve aroma de sexo.

O carnaval carioca pode ser assim definido uma festa popular de sexo. Turistas não vêm para a cidade assistir ao espetáculo de luz, cores e ritmos. Quem desembarca no Rio de Janeiro, nesta época do ano vem atrás de sexo. Seguir simplesmente atrás de um bloco e um convite para ser alisado por homens e mulheres. Por sinal nesse ano o homossexualismo foi à marca da festa.

Nos blocos, muitos gays masculinos e femininos se revezavam em abordar, apalpar e aproveitar a confusão para conferir o material antes das investidas nada sutis. Lógico. Homofônicos não seguiram os blocos, muito menos "machões" que não "suportam" a idéia de serem tocados por outros homens.

O saldo final pode ser conferido na tradicional Farme, nas areias de Ipanema e Copacabana e até mesmo pelas ruas. Muitos gays e lésbicas aproveitaram o clima momesco para se soltar e mostrar para todos os "puritanos" de plantão a diversidade do amor (?).

Enfim, mais um carnaval se foi, incluindo alguns celulares, relógios e bolsas. Entre pés esmagados, bunda e peitos doloridos de tanto serem apalpados a cidade sobreviveu e já começa a pensar em maneiras de sofrer menos no próximo ano. Uma das alternativas vai ser reduzir o número de blocos circulando pela orla. Se vai ser de alguma serventia acredito que não. Mas, isso é assunto somente para se pensar no próximo carnval. Afinal, temos 365 dias para se recuperar e esquecer como a cidade sofreu nesses dias.

Carnaval: Festa de todos os generos


Carnaval no Rio de Janeiro. Festa do povo, popular, onde ricos e pobres brincam e se divertem lado a lado. A época do ano em que homens e mulheres exteriorizam todos os seus desejos, período em que a cidade ganha um cheiro peculiar, que vai muito além do simples aroma de banheiro público misturado a creolina, nesta época, O Rio, principalmente na região da Zona Sul e Centro, ganha um leve aroma de sexo.

O carnaval carioca pode ser assim definido uma festa popular de sexo. Turistas não vêm para a cidade assistir ao espetáculo de luz, cores e ritmos. Quem desembarca no Rio de Janeiro, nesta época do ano vem atrás de sexo. Seguir simplesmente atrás de um bloco e um convite para ser alisado por homens e mulheres. Por sinal nesse ano o homossexualismo foi à marca da festa.

Nos blocos, muitos gays masculinos e femininos se revezavam em abordar, apalpar e aproveitar a confusão para conferir o material antes das investidas nada sutis. Lógico. Homofônicos não seguiram os blocos, muito menos "machões" que não "suportam" a idéia de serem tocados por outros homens.

O saldo final pode ser conferido na tradicional Farme, nas areias de Ipanema e Copacabana e até mesmo pelas ruas. Muitos gays e lésbicas aproveitaram o clima momesco para se soltar e mostrar para todos os "puritanos" de plantão a diversidade do amor (?).

Enfim, mais um carnaval se foi, incluindo alguns celulares, relógios e bolsas. Entre pés esmagados, bunda e peitos doloridos de tanto serem apalpados a cidade sobreviveu e já começa a pensar em maneiras de sofrer menos no próximo ano. Uma das alternativas vai ser reduzir o número de blocos circulando pela orla. Se vai ser de alguma serventia acredito que não. Mas, isso é assunto somente para se pensar no próximo carnval. Afinal, temos 365 dias para se recuperar e esquecer como a cidade sofreu nesses dias.

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