domingo, 4 de janeiro de 2009

Campus Party porque não democratizar?

"A maior festa mundial da internet" já tem dia e local para acontece: de 19 a 25 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. O Campus Party que é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo pretende reunir nesta edição milhares de internautas do Brasil e do mundo no maior encontro mundial integrando tecnologia, conteúdos digitais e entretenimento em rede. (Fonte: Site oficial do evento)

Embora, pareça ser tudo muito bonito e maravilhoso, afinal usuários de internet de todo o Brasil vão ter contato com tecnologias de ponta, empresas vão expor e divulgar suas inovações para um público antenado e conhecedor de tecnologias, mas no final ainda ficaram algumas pequenas, se não for muita ignorância minha, grandes dúvidas:

- Como um evento que tem grandes empresas como patrocinadoras e capaz de gerar R$ 26 milhões em mídia espontânea / 22.105 aparições (segundo o site do evento), ainda precisam cobrar R$ 300 reais de taxa de inscrição (inscrição + alimentação)?

- Por que a organização não negociou com outras operadoras, empresas e até mesmo vendeu espaços para expositores e assim ter como fazer um evento a custo zero para o visitante?
 Entendo, que organizar e viabilizar um evento dessa magnitude tenha um custo elevado, mas também não sou ingênuo a ponto de acreditar que todos estão trabalhando em prol da universalização do conhecimento, sem lucros e gratuitamente. Exatamente por esse motivo e por já ter organizado congressos nacionais, com números maiores sei da viabilidade de se realizar eventos com custo zero.

Entretanto, em nenhum momento quero dizer que a organização de alguma forma esteja agindo de forma errada. Muito pelo contrário, aplaudo o profissionalismo que tenho observado na gestão de todo o processo, mas infelizmente como visitante pagamente do evento me sinto compelido a expor minhas dúvidas e até mesmo oferecer meus comentários e dúvidas como sugestão para as próximas edições.

Enfim, espero não ter magoado o ego de ninguém e sim levantado um ponto importante para a discussão do porque não tentar democratizar ao máximo o evento começando exatamente onde se torna o grande problema para quem não está em São Paulo: o valor das inscrições.

Campus Party porque não democratizar?

"A maior festa mundial da internet" já tem dia e local para acontece: de 19 a 25 de janeiro, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. O Campus Party que é considerado o maior evento de inovação tecnológica e entretenimento eletrônico em rede do mundo pretende reunir nesta edição milhares de internautas do Brasil e do mundo no maior encontro mundial integrando tecnologia, conteúdos digitais e entretenimento em rede. (Fonte: Site oficial do evento)

Embora, pareça ser tudo muito bonito e maravilhoso, afinal usuários de internet de todo o Brasil vão ter contato com tecnologias de ponta, empresas vão expor e divulgar suas inovações para um público antenado e conhecedor de tecnologias, mas no final ainda ficaram algumas pequenas, se não for muita ignorância minha, grandes dúvidas:

- Como um evento que tem grandes empresas como patrocinadoras e capaz de gerar R$ 26 milhões em mídia espontânea / 22.105 aparições (segundo o site do evento), ainda precisam cobrar R$ 300 reais de taxa de inscrição (inscrição + alimentação)?

- Por que a organização não negociou com outras operadoras, empresas e até mesmo vendeu espaços para expositores e assim ter como fazer um evento a custo zero para o visitante?
 Entendo, que organizar e viabilizar um evento dessa magnitude tenha um custo elevado, mas também não sou ingênuo a ponto de acreditar que todos estão trabalhando em prol da universalização do conhecimento, sem lucros e gratuitamente. Exatamente por esse motivo e por já ter organizado congressos nacionais, com números maiores sei da viabilidade de se realizar eventos com custo zero.

Entretanto, em nenhum momento quero dizer que a organização de alguma forma esteja agindo de forma errada. Muito pelo contrário, aplaudo o profissionalismo que tenho observado na gestão de todo o processo, mas infelizmente como visitante pagamente do evento me sinto compelido a expor minhas dúvidas e até mesmo oferecer meus comentários e dúvidas como sugestão para as próximas edições.

Enfim, espero não ter magoado o ego de ninguém e sim levantado um ponto importante para a discussão do porque não tentar democratizar ao máximo o evento começando exatamente onde se torna o grande problema para quem não está em São Paulo: o valor das inscrições.

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