quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Efeito Obama e as eleições brasileiras

A mídia de uma forma geral, hoje fala somente no novo presidente dos EUA, Barack Obama, acredito que dentro de alguns meses, muitos acadêmicos vão lançar estudos analisando toda a trajetória da corrida presidencial e principalmente o papel dos veículos de comunicação durante o processo.

Também vale lembrar que a campanha de Obama foi a mais cara de toda a história americana e uma das que mais recebeu dinheiro dos eleitores. Doações que tiveram origem principalmente da internet.

Se formos buscar neste momento traçar um paralelo com as eleições municipais deste ano o candidato a prefeitura de São Paulo Gilberto Kassab, até que tentou utilizar as ferramentas e alardeou que foi eleito com uma campanha Web 2.0, infelizmente não com a excelência americana.

Posso até mesmo afirmar, que a campanha do Kassab passou longe de ser uma campanha web 2.0. Eu me lembro que em 2003, no Espírito Santo, uma província tecnologica, eu já utilizava muito mais recursos integrados e funcionando em comunhão, do que a realizada pelo candidato.

Lógico, que não podemos tirar os méritos, traçar as proporções de cada pais, analisar o papel do TSE, mas ainda assim não podemos também creditar como uma campanha web 2.0, o máximo foi uma projeto de marketing que tentou utilizar as novas tecnologias, com um baixo investimento.

Mas voltando aos estudos acadêmicos, lógico e obvio que nas próximas eleições presidenciais vou acompanhar todos os candidatos com uma lupa, para juntar a bagagem das eleições municipais, que serviu de termômetro e buscar traçar um paralelo entre as duas realidades: brasileira e americana.

Alguns pontos já são possíveis concluir depois deste referendo:

- As agências de marketing, publicidade e especializadas em redes sociais, vão precisar mudar suas estratégias e passar a olhar o ambiente virtual com outros olhos;

- Os publicitários e marketeiros vão precisar entender que internet é um veículo de comunicação de massa, com peculiaridades e formato próprio;

- Diferente dos EUA, no Brasil não existe um candidato que será visto como o "salvador", então acreditar em mídia totalmente espontânea e combaixo investimentos no mundo virtual vai ser sonho;

- Vai sair na frente àquele que começar a planejar, investir e mobilizar mais cedo em torno da sua campanha;

- Entender de internet e legislação eleitoral a ponto de saber como burlar todas as regras que impedem a utilização da internet para campanhas políticas, vai ser o grande diferencial para as campanhas digitais.

Efeito Obama e as eleições brasileiras

A mídia de uma forma geral, hoje fala somente no novo presidente dos EUA, Barack Obama, acredito que dentro de alguns meses, muitos acadêmicos vão lançar estudos analisando toda a trajetória da corrida presidencial e principalmente o papel dos veículos de comunicação durante o processo.

Também vale lembrar que a campanha de Obama foi a mais cara de toda a história americana e uma das que mais recebeu dinheiro dos eleitores. Doações que tiveram origem principalmente da internet.

Se formos buscar neste momento traçar um paralelo com as eleições municipais deste ano o candidato a prefeitura de São Paulo Gilberto Kassab, até que tentou utilizar as ferramentas e alardeou que foi eleito com uma campanha Web 2.0, infelizmente não com a excelência americana.

Posso até mesmo afirmar, que a campanha do Kassab passou longe de ser uma campanha web 2.0. Eu me lembro que em 2003, no Espírito Santo, uma província tecnologica, eu já utilizava muito mais recursos integrados e funcionando em comunhão, do que a realizada pelo candidato.

Lógico, que não podemos tirar os méritos, traçar as proporções de cada pais, analisar o papel do TSE, mas ainda assim não podemos também creditar como uma campanha web 2.0, o máximo foi uma projeto de marketing que tentou utilizar as novas tecnologias, com um baixo investimento.

Mas voltando aos estudos acadêmicos, lógico e obvio que nas próximas eleições presidenciais vou acompanhar todos os candidatos com uma lupa, para juntar a bagagem das eleições municipais, que serviu de termômetro e buscar traçar um paralelo entre as duas realidades: brasileira e americana.

Alguns pontos já são possíveis concluir depois deste referendo:

- As agências de marketing, publicidade e especializadas em redes sociais, vão precisar mudar suas estratégias e passar a olhar o ambiente virtual com outros olhos;

- Os publicitários e marketeiros vão precisar entender que internet é um veículo de comunicação de massa, com peculiaridades e formato próprio;

- Diferente dos EUA, no Brasil não existe um candidato que será visto como o "salvador", então acreditar em mídia totalmente espontânea e combaixo investimentos no mundo virtual vai ser sonho;

- Vai sair na frente àquele que começar a planejar, investir e mobilizar mais cedo em torno da sua campanha;

- Entender de internet e legislação eleitoral a ponto de saber como burlar todas as regras que impedem a utilização da internet para campanhas políticas, vai ser o grande diferencial para as campanhas digitais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

compartilhar

Posts relacionados